O problema da mensalidade parada
Todo software de gestão de promotores com mensalidade fixa tem o mesmo problema: você paga o mês inteiro independente do que a equipe fez. Campanha encerrada, feriados prolongados, férias coletivas de janeiro ou sazonalidade de baixa temporada. A fatura chega igual.
Para operações com volume constante e previsível, a mensalidade funciona. Para operações que variam, ela é dinheiro preso em meses fracos. O modelo pay-per-visit resolve isso de forma simples: sem visita, sem custo.
O que é software pay-per-visit para trade marketing
Software pay-per-visit para trade marketing é uma plataforma de gestão de equipe de campo onde a cobrança acontece por visita realizada ao PDV, não por assinatura mensal. A empresa contrata a plataforma, configura os roteiros e checklists, e paga proporcionalmente ao volume de visitas que a equipe efetivamente executa.
O modelo elimina dois riscos que todo gestor de trade conhece:
- Custo ocioso: pagar mensalidade em meses com menos operação
- Custo surpresa: contratar por 12 meses e descobrir que o sistema não atende a operação real
No PMR, o modelo pay-per-visit opera em mais de 74 mil lojas com mais de 9 milhões de pesquisas processadas. Atende de 1 promotor a operações com mais de 1.000 pessoas em campo.
Como funciona na prática
O fluxo do software pay-per-visit no PDV segue quatro passos:
- Check-in na loja: o promotor abre o app, seleciona o PDV do roteiro e faz check-in. O sistema registra GPS, data e horário automaticamente.
- Execução do checklist: responde as perguntas configuradas pelo gestor: presença de produto, preço marcado, share de gôndola, ruptura, material de PDV. Cada resposta leva foto geolocalizada obrigatória quando configurada.
- Check-out: ao sair, o promotor faz check-out. O tempo de permanência na loja é registrado. Visitas com tempo abaixo do mínimo configurado são sinalizadas.
- Relatório automático: o gestor acessa o painel em tempo real. Efetividade por loja, por promotor, por rede e por campanha disponível no mesmo dia, sem esperar planilha ou fim de semana.
O app funciona offline. Em lojas sem sinal de internet, hipermercados com interferência de estrutura, galerias subterrâneas, lojas em áreas rurais, o promotor registra normalmente. A sincronização acontece ao restabelecer conexão.
Quanto custa: a tabela real do PMR
O custo por visita no PMR é tabelado por volume mensal. Quanto maior o volume, menor o custo unitário:
| Volume mensal de visitas | Custo por visita |
|---|---|
| Até 1.000 visitas | R$ 2,00 |
| 1.001 a 5.000 visitas | Sob consulta |
| 5.001 a 20.000 visitas | Sob consulta |
| Acima de 20.000 visitas | Negociação direta |
Sem taxa de adesão, sem contrato mínimo, sem multa por cancelamento. O uso começa em horas após o setup e a cobrança começa na primeira visita registrada.
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Quero minha simulaçãoPara quem faz sentido o modelo pay-per-visit
O modelo pay-per-visit é mais vantajoso em quatro cenários:
Operação com volume variável
Campanhas sazonais, degustações pontuais, repositores por demanda, equipes que crescem na alta temporada e reduzem na baixa. O custo acompanha a operação. Meses com metade do volume custam metade do preço.
Operação em fase de crescimento
Empresas que estão expandindo a equipe de campo e precisam de previsibilidade de custo por PDV antes de comprometer budget em mensalidade fixa. No pay-per-visit, o custo unitário por visita é conhecido desde o início.
Agências com múltiplos clientes
Cada contrato de agência tem volume e prazo diferentes. Com mensalidade fixa, a agência assume custo independente do que contratou para o cliente. Com pay-per-visit, cada projeto tem custo proporcional ao que executou.
Operações de até 164 pessoas em campo
Abaixo desse volume, o pay-per-visit tende a ser mais barato que a Licença Permanente. O ponto de equilíbrio depende do volume mensal de visitas e da frequência de uso ao longo do ano.
Como evitar visita fantasma no pay-per-visit
A principal objeção ao modelo pay-per-visit é a visita fantasma: o promotor registra a visita sem sair do carro ou sem estar na loja. Em sistemas sem controle adequado, isso acontece. No PMR, não acontece por três razões:
- GPS obrigatório no check-in: o sistema valida se o promotor está dentro do raio configurado para o PDV. Raio customizável por loja, farmácia de shopping aceita raio menor que hipermercado.
- Foto geolocalizada vinculada ao PDV: cada foto registrada pelo app carrega coordenadas GPS e timestamp. O sistema cruza com o endereço cadastrado da loja.
- Tempo mínimo de permanência: visitas com duração abaixo do mínimo configurado são sinalizadas automaticamente no painel. O gestor decide o que fazer com elas.
O promotor que tenta registrar uma visita falsa gera evidência da irregularidade no próprio sistema. O gestor vê a inconsistência no painel em tempo real, não no relatório do fim do mês.
Pay-per-visit por vertical de negócio
Indústrias de bens de consumo
O promotor industrial visita a rede, verifica presença, preço e share de gôndola. No PMR pay-per-visit, cada visita gera dado de ruptura, preço de concorrente e cobertura por SKU. O relatório consolida por rede, por UF e por campanha, disponível no mesmo dia da visita.
Agências de merchandising
A agência fecha contrato com a indústria por período determinado. Com pay-per-visit, o custo de tecnologia é calculado por visita executada, não por cabeça contratada. O app sai com a marca da agência no modelo white-label, o cliente vê o relatório com o logo da agência, não do PMR.
Distribuidoras e atacadistas
O repositor ou promotor da distribuidora visita o ponto de venda para verificar estoque, posicionamento e presença. Com operação que varia conforme o pedido do cliente, o pay-per-visit elimina o custo fixo de um sistema que não usa todos os meses no mesmo volume.
Indústrias farmacêuticas e de saúde
Propagandistas e promotores médicos com roteiro em clínicas, consultórios e farmácias. O checklist digital substitui formulários em papel. O gestor acompanha cobertura e efetividade por região sem esperar relatório manual.
Quando o pay-per-visit não é a melhor opção
O pay-per-visit é mais vantajoso para a maioria das operações de trade marketing no Brasil. Mas há situações onde outro modelo faz mais sentido:
- Operação acima de 165 pessoas em campo com volume fixo: a partir de determinado volume previsível, a Licença Permanente elimina o custo recorrente após 12 meses e instala a plataforma no servidor da empresa
- Operação que exige dados 100% no servidor próprio por compliance regulatório: farmacêuticas e empresas com restrição de dados externos podem precisar da Licença Permanente independente do volume
- Operação com volume acima de 50.000 visitas por mês: nesse volume, a negociação por volume da Licença Permanente tende a ser mais favorável que o pay-per-visit, mesmo com a tabela de escala
Para saber qual modelo faz sentido para a sua operação, a simulação leva menos de 30 minutos com o volume real de visitas.
Perguntas frequentes
O que é software pay-per-visit para trade marketing?
É uma plataforma de gestão de equipe de campo onde a empresa paga por visita realizada ao PDV, não por mensalidade fixa. No PMR, o custo começa em R$2 por visita, com GPS, foto geolocalizada e checklist digital incluídos. Sem contrato mínimo, sem fidelidade.
Qual é o custo do PMR no modelo pay-per-visit?
R$2 por visita realizada para volumes até 1.000 visitas por mês. O custo por visita reduz conforme o volume aumenta. Não há mensalidade fixa, taxa de adesão ou contrato mínimo.
O software pay-per-visit funciona offline?
Sim. O app registra visitas, checklists e fotos em lojas sem sinal de internet. A sincronização acontece automaticamente quando a conexão é restabelecida. O promotor não precisa de conexão contínua para trabalhar.
Como o PMR evita visita fantasma no pay-per-visit?
GPS obrigatório no check-in, foto geolocalizada vinculada ao PDV e tempo mínimo de permanência configurável. Visitas fora do raio da loja ou abaixo do tempo mínimo são sinalizadas automaticamente no painel do gestor.
Pay-per-visit funciona para operações grandes?
O PMR atende de 1 promotor a mais de 1.000 pessoas em campo no modelo pay-per-visit. Para operações acima de 165 pessoas com volume fixo e previsível, a Licença Permanente pode ser mais vantajosa a partir do 13º mês.
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